Parada Gay em São Paulo ofende a fé católica

“Quem deseja ser respeitado também tem de respeitar”

A 15ª Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, realizada no último domingo, 28, causou muita polêmica. Em meio às diversas pessoas fantasiadas, estavam alguns manifestantes seminus vestidos de santos, como São Sebastião e São João Batista. Além disso, haviam várias cartazes recomendando o uso do preservativo para as relações homossexuais.

O arcebispo de São Paulo, cardeal Dom Odilo Pedro Scherer, declarou ao jornal o Estado de São Paulo, a sua indignação com o fato. “A associação das imagens de santos para essas manifestações da Parada Gay, a meu ver, foi infeliz e desrespeitosa”, afirmou o cardeal.

“Quem deseja ser respeitado também tem de respeitar”, acrescentou o arcebispo. Para ele a organização da parada quis atingir a Igreja Católica, por ter se manifestado contra a união homoafetiva.

Antes do desfile homossexual, o Cardeal arcebispo de São Paulo, em um artigo intitulado “Homem e Mulher ele os criou”, afirmou que a Igreja Católica “vê com preocupação a crescente ambiguidade quanto à identidade sexual, que vai tomando conta da cultura”. E diz ainda: “Não é possível que a natureza tenha errado ao moldar o ser humano como homem e mulher. Isso tem um significado e é preciso descobri-lo e levá-lo a sério”.



Rodrigo Martins

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